segunda-feira, 12 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Sentimentos;

Quando a água é mais notória que as pérolas e se dá um eclipse total da luz da felicidade cria-se mágoa em quantidade astronómica que só o consciente aguenta e tem força para derrotar. Veremos até que ponto o tempo é capaz de eliminar os males e curar as feridas.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Deixaste-me...

... só num mundo maligno, fugiste e não me deixaste ir atrás de ti; Foi difícil perder o meu alicerce para a vida de um momento para o outro, mas tiveste o cuidado de me dar valores subtis que me (ainda hoje) ajudam a viver a minha vida de maneira feliz e consciente. Na hora da partida reprimi o que sentia e não sei se foi o correto, mas fi-lo e não me arrependo. Não te queria influenciar, muito menos criar um sentimento de pena à tua volta. Um até já é adequado.






Isto é para quem é; para alguns é para quem não devia ser, mas é.

Desabafos de mim para mim;

O sofrimento quando omitido é muito mais doloroso. Já há muito que me sinto invadido por sentimentos negativos, mas nunca demonstrei (muito). Agora que reflito vejo que não há vantagens nenhumas nisso, só aumenta o que sinto. Tentei e consegui, até agora. Vou continuar, até não conseguir mais.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Futebol;

O futebol não é só fonte de discussão e de problemas. É também fonte de alegria. Este senhor comprova-o:



sábado, 28 de janeiro de 2012

Hoje;

Hoje foi um dia muito importante. Um dia que há muito desejava mas preferi esperar. Depois de obter as certezas desejadas, demos o passo. Foi muito importante ver-te como vi, e onde vi. Foi um dos melhores dias, um dos poucos que vou querer recordar na totalidade. Não mudava nada, foi tudo perfeito. Desde a timidez até ao riso.

Foste e serás a única a passar pelo que passaste hoje.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Lição do dia;

Hoje aprendi que o amor é inefável. Vou parar de esmiuçar o que sinto e vou deixar esse sentimento crescer. Esperança e confiança.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Ser criança;




"Nunca deixamos de ser crianças, apenas aprendemos a nos comportar em público."

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Estranha sensação;

Sinto um vazio dentro de mim, mas não sei o que me falta. Não mudou nada de ontem para hoje, excepto a minha felicidade. Repentinamente deixou de existir, ou pelo menos deixei de a ver. Tornou-se invisível para os meus olhos e intocável para o meu coração. Tento saber o que mudou, o que absorveu a minha felicidade ou quem ma tirou. É um sentimento impossível de se explicar, aquele sentimento que só quem já o sentiu sabe; Triste por razão nenhuma, é como me encontro. Desespero e tento aliviar a tensão. Pego numa caneta e escrevo um texto com uma fluidez sobrenatural, como nunca antes tinha acontecido. Sai algo confuso, algo que nem de texto pode ser chamado, um misto de palavras e figuras que me são familiares. Tento entender o que escrevi mas não consigo, estou demasiado cansado. Deito-me, não consigo dormir. Estou no pior ponto possível, demasiado cansado para ter a devida concentração, mas não o suficiente para adormecer de imediato. Enquanto escrevo este texto a tristeza vai abandonando o meu corpo, mas sinto que ainda está à minha volta, e que a qualquer momento me vai invadir de novo com a sua máxima força e impiedade. Não sei se hei-de deixar essa tristeza tomar conta de mim, ou se me faça de forte e tente derrotá-la. Volto para a cama e espero pelo sono. Certamente que isto não acabará assim...

(O texto é ambíguo e confuso, propositadamente. É como me sinto;)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Força;


Sente. Não te limites a ver, vai mais além; Inspira-te. Não te deixes ficar pelas aparências, aprofunda;
Para mim, uma das pessoas com mais força de vontade. 
Há muitos vídeos do sujeito, podem procurar. O trabalho dele é chamar as pessoas à atenção, explicar que não interessa se é gorda ou magra, feia ou bonita, pobre ou rica.

Podem comentar, estão à vontade.

domingo, 8 de janeiro de 2012




Enquanto criança é fácil demonstrar o nosso amor de forma inconsciente.


Não sei como descrever a imagem. Certamente que perceberão a mensagem.
 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Romper;

O elo é quebrado. Um misto de sentimentos apodera-se de mim, a saudade deixa-me triste mas a traição¹ deixa-me enraivecido. Erro continuamente e constantemente até esfriar as ideias e dar uso àquilo que me distingue dos animais: Raciocínio. Analiso como todos os dias foram passados e identifico os problemas, prometo a mim que nunca os voltarei a cometer. Organizo as ideias e dou mais importância ao bem que foi feito. Afinal, nem tudo tinha sido mau. O carinho esteve presente, embora em algumas situações fosse encoberto pelos ciumes. Não posso voltar atrás, nem quero. Acredito que faça tudo parte do destino, tem de haver uma razão para tudo. Certamente que há como explicar porque é que uma pessoa perdida num entroncamento toma uma decisão. Senti-me semelhante. Tinha quatro caminhos possíveis e só podia escolher um. Não há retorno, uma vez decidida a direção não posso dar o braço a torcer e voltar. Segui em frente, sabendo que pouco ou nada me parava, que era mais forte que todos os meus obstáculos e que era assim que me devia sentir. Naquele momento, senti-me mais forte do que nunca. Imortal, por momentos. Até que me apercebi que nada do que tinha feito era lógico e que afinal não tinha consumado mais do que aquilo que os animais fazem: ceder a um impulso. O arrependimento abalou-me, mas não podia deixar de lado o meu orgulho. Sentir-me-ia menos poderoso se o fizesse. Decido parar na estrada. Deito-me no chão, já de noite, e observo as estrelas. A minha confiança nelas era plena. Alguém tinha de olhar por mim lá de cima. Reflicto e volto para trás a correr, até chegar ao cruzar dos destinos. Quatro novos caminhos que certamente iam marcar a minha vida: Optar pela esquerda ou pela direita estava fora de questão, ir para os lados é sinal de quem tem medo de enfrentar o sucedido. Tudo se resumiu àquele momento: ou enfrentava as coisas e dava o braço a torcer, ou afastava-me de ti e ficava à mercê dos Deuses. Deixo o orgulho de lado e volto à origem. Nunca me tinha sentido tão reconfortado e alegre, adorado pelo meu bem mais precioso e admirado por quem por lá passou. Desde aí a minha vida tem sido uma estrada reta, com umas rotundas mas fáceis de contornar. Fico com ela até o fim dos meus dias. Acabo a história com uma memória final: deitado, numa cama, velho, e de mãos dadas com ela. Abraço-a e digo: "Espero-te do outro lado. Uma vida é curta demais para todo o nosso amor, não pode ficar por aqui."


1 - Traição sentimental; em nada tem a ver com traições fisicas.


Confuso, quem sabe absurdo. Foi o que senti e isso não posso mudar. Não fui eu que mandei na minha mente, mas sim o oposto.
 Erros sintáticos deverão ser comuns neste texto, peço a compreensão.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012


"A alegria de saber que você existe faz-me forte para suportar a tristeza da sua ausência."

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

É só para informar que parte dos textos  não têm um destinatário. Alguns não são para ninguém em particular.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Uma carta para ti;

Escrevo com as forças que me restam e com toda a dedicação. Tento usar toda a minha imaginação para expressar o necessário e justificar o que sinto. Escrevo com os sentimentos e não com a consciência. Não me preocupo se faço bem ou mal, quero apenas acabar com isto. Quero que saibas o que sinto e quero saber o que sentes. Quero que saibas tudo sobre mim assim como quero saber tudo sobre ti. Quero que continues a meu lado sabendo o que sinto. Quero que nunca me abandones mesmo que não seja reciproco. Todos os meus sentimentos estão selados nessa carta, mas nunca me abandonarão.Sei que não
é possível deixar de sentir, resta-me retirar-lhes importância na minha consciência, mesmo sabendo que no «coração» a intensidade se mantém. Esta carta será o meu tesouro até entender que é hora de to entregar, se houver esse dia. Estou agora sujeito à exposição e ao teu olhar. Nunca antes soubeste tanto sobre mim. Nunca soubeste a intensidade dos meus sentimentos. Nunca soubeste a razão dos meus sentimentos. Nunca os soubeste interpretar. Fecho o envelope e sinto-me aliviado. Desabafei contigo, só ainda não ouviste.

I'll wait for you.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Uma história de (...)

Amei. Amei e não me arrependi. Todos os meus sentidos se apuravam quando perto de ti. Nunca antes para mim foi tão importante sentir o toque das tuas mãos. Nunca antes um cumprimento fora tão sentido quanto este. Nunca antes o cheiro do teu cabelo me fascinara tanto. Nunca antes me senti assim (...)
Toco-te mas foges, chamo-te mas não me olhas, peço-te explicações mas não mas dás. Com um sorriso te despedes. Descubro as tuas origens e a tua intimidade, sinto o teu carinho e bondade, identifico a tua finalidade e agradeço-a.
Sais fisicamente. Mas ficas, sentimentalmente. É-me impossível colocar-te entre a espada e a parede, o meu coração não aceitaria e o meu corpo não se conformaria. Não te dou a escolher, não te pressiono, espero. Dou-te a liberdade que nunca tinha dado, esse teu espaço que tanto aprecias. Ficas distante, fria. Eu fico magoado, inconsolável. Voltas por piedade, não suportas ver-me triste. Dás-me a mão e beijas-me o rosto. Abraças-me, e é nesse momento que me passa pela memória todos os momentos vividos a teu lado, todos os obstáculos vencidos e todos os minutos passados a admirar-te, a venerar-te, a tentar ser igual. O meu objetivo não foi atingido. Acabou, abandonas o meu mundo e sinto-me desprotegido, mas estranhamente feliz. Fiz de ti uma pessoa concretizada enquanto quiseste. Ou pelo menos acho que o fiz, e se isso não aconteceu, nunca me foi transmitida a mensagem. Tudo isto são lembranças do passado. Posso dizer que me orgulho dele, só porque caminhei a teu lado durante vários momentos da minha vida. Para mim nunca deixarás de ser o meu porto de abrigo.

No meu reino comandam as saudades, ordenadas pela nostalgia do rei.

"O tempo não para. Só a saudade faz as coisas pararem no tempo." Mário Quintana

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Obsessões; (01)

A obsessão está cada vez mais presente na nossa vida. Obsessões amorosas é o que mais há, se bem que geralmente dura pouco, assim como a relação. Sujeitos sentem-se donos de parceiros, dizem-se na obrigação de opinar sobre tudo, e argumentam maioritariamente com "Ela é minha. Anda como eu quero, faz o que me apetece." Isso nem merece contra-argumentação, pessoas menos dotadas de intelecto não têm culpa disso mesmo, embora devessem fazer com que esses pensamentos não passassem disso mesmo, puros pensamentos. 
Esforço-me para entender as demais situações, e já fui sujeito a várias delas, mas acabo sempre por não alcançar o objetivo. Sou o próprio a admitir que tenho também as minhas obsessões, mas tenho o discernimento de as restringir a bens materiais, e quem não o tem deveria fazer um esforço para o adquirir. Tratam parceiros como seres inferiores, e esses, coitados, imitando bons samaritanos, não dão a importância devida para evitar conflitos.
A esses "samaritanos" peço que mudem, embora o mal não seja vosso, devem mudar de maneira a mudar os outros. Se continuam a não dar importância ao que vos sujeitam, é como se a lei da inércia se aplicasse à situação. Enquanto não houver quem contradiga quem se acha superior e dono de outro humano, a situação prolongar-se-á até sempre. Façam com que essas pessoas saibam que são tanto quanto vocês, que todos os humanos vivem no mesmo patamar, ou deviam. Teoricamente, isto aplica-se. 
Não sou eu que vou mudar o mundo, mas posso ser eu a mudar o meu mundo e os dos que me rodeiam.